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Os 7 jogos violentos

1. Bulletstorm

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Se você sorri com a visão de um cavalheiro gritando de dor enquanto seu rosto derrete, Bulletstorm vai ser hilário. Se, por outro lado, você não está confortável com a atribuição de pontos pela violência ultrajante, este FPS vai lhe deixar enjoado. Não importa o quão auto-consciente ou absurdamente bem-humorado, não há como negar que este lindo jogo de tiro recompensa por pensar em formas cada vez mais complexas pra matar.
Cada estágio é essencialmente uma desculpa pra lançar um desfile de mutantes sobre o jogador, todos condenados a morrer num perigo ambiental – campos elétricos, plantas carnívoras, paredes espinhosas – ou serem perfurados por chumbo quente. Adicione a capacidade de desmembrar inimigos, e o jogo ficou um balé macabro de mutilados. Para complementar sua premissa, o diálogo incluiu tais linhas instigantes como “É uma festa de assassinato, estrelada por mim!” e “Mas que bela vagabunda!”

2. Chiller

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Jogos como Saw II: Flesh and Blood giram em torno da morte doentia através de armadilhas horríveis, se não inventivas. Mas em 1986, Chiller foi feito pra você mutilar graficamente prisioneiros digitais – obs: nos fliperamas. Não há desafio, apenas uma desculpa pra sádicos se divertirem. Os jogadores têm a tarefa de matar todos os seres vivos num determinado diorama – como expor caixas torácicas e vísceras vermelhas e brilhantes e fazer as vítimas gritarem.
A coisa mais sem sentido sobre isso, como se não bastasse, é que as definições se tornam cada vez mais dóceis à medida que o jogo avança, passando de “matadouro humano” pra “salão do Scooby-Doo”. E versões posteriores censuraram a nudez no torso decapitado de uma mulher no plano de fundo. Porque Deus não nos permite ver mamilos pixelados enquanto desmembramos prisioneiros indefesos.

3. God of War III

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A cruzada de Kratos contra os deuses gregos sempre foi violenta, mas a conclusão da trilogia GoW aumentou a oferta de brutalidade. Apenas quando você pensou que já viu todo tipo de execução, Kratos desencadeia atos de selvageria primitiva usando fúria como sua musa e corpos como sua tela.
God of War III introduziu cenas de morte vívidas através dos olhos dos infelizes sacos de pancada de Kratos. Os clássicos ainda estavam lá: arrancar o olho do ciclope, estourar o estômago de uma titã, esse tipo de coisa. Mas Kratos realmente superou seus padrões de carnificina bárbara com a morte de Hélio, o Deus do Sol. O jogador deve esmagar botões pra decapitar o inimigo lentamente. E eu não preciso nem lembrar que a cena segue em câmera lenta e exibe os tendões do pescoço do deus.

4. Postal 2

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A desenvolvedora Running with Scissors – Correndo com Tesouras – não queria nada mais do que chocar e assustar as pessoas com a sua franquia Postal. Além de oferecer uma variedade de estereótipos raciais e crueldade contra os animais, a finalidade principal de Postal 2 é deixar o jogador assaltar, mutilar e matar civis. A premissa do Postal é “apenas tão violento quanto você é”.
Se o seu sonho é expulsar um fluxo interminável de urina na carcaça de um estranho, você está com sorte – porque é isso que você vai fazer Postal 2 em menos de cinco minutos de jogo. Se você prefere crueldade, o jogo também permite uma infinidade de cenas terríveis que não são metade tão engraçadas quanto os desenvolvedores acham que elas são – como treinar seu cão pra buscar cabeças decepadas. É tudo o que um sociopata sempre quis num jogo de mundo aberto.

5. Mortal Kombat (2011)

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Se os pais ficaram indignados ao longo dos Fatalities dos anos 90, eles teriam desmaiado com a simples visão da mutilação extremamente detalhada do reboot moderno. O Mortal Kombat de 2011 arrancou pedaços de carne, tendões e vísceras. Até mesmo os fãs mais incondicionais não souberam se deveriam comemorar ou sentir nojo.
Não contente com Fatalities, a Netherrealm Studios também implementou os X-Ray Moves. Quando ativada, esta habilidade desencadeia animações de ossos sendo esmagados numa visão transparente de toda a destruição causada no infeliz. Eles chegam a tal nível de brutalidade – olhos arrancados, costelas quebradas, baços rompidos, espinhas quebradas – que se torna risível ver lutadores não morrerem instantaneamente, independentemente da sua herança mortal ou divina.

6. Soldier of Fortune

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Pelos padrões modernos, a violência armada no Soldier of Fortune parece razoável. Mas numa perspectiva em primeira pessoa, a crueldade em 3D pode fazer seu estômago revirar. Cada NPC foi construído com zonas de dano individuais e suas animações de morte realmente coincidem com o local aonde seu golpe ou disparo acerta.
Quando uma figura humana está se contorcendo no chão, com falta de ar através dos pulmões gaseificados, de repente você percebe que não está jogando Quake. Soldier of Fortune também tinha uma tendência a trazer pra fora o lado sádico dos jogadores, dada a forma como você poderia dissecar corpos até eles não serem nada mais do que membros dispersos. O tempo gasto em profanar cadáveres em Soldier of Fortune mede diretamente o potencial para assassinatos em série na vida real.

7. Manhunt

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Não há humor neste jogo. Manhunt faz Grand Theft Auto parecer uma franquia saudável.
O que o torna tão intensamente perturbador é a precisão das animações. Quando você bate no crânio de alguém com um martelo, ou corta fora uma cabeça com um facão, ou sufoca um infeliz com um saco plástico, o jogo torna cada assassinato o mais próximo da realidade quanto o hardware de 2003 conseguia. Nenhum outro jogo na existência proporciona tal violência crua e inquietante.

Fonte: http://www.einerd.com.br/games/top-7-games-mais-violentos-de-todos/

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